Sistemas jurídicos brasileiros parecem 2010. Linear, Vercel, Stripe e Harvey provaram que enterprise pode parecer silício escovado: black metálico, cinzas em camadas, e branco usado como evento — não como decoração. Este é o vocabulário de quem defende Goldman Sachs, não de quem agenda lembrete.
Se um pixel violar qualquer uma delas, o pixel está errado. Não a regra. Cada regra carrega a personalidade enterprise — sóbrio, deliberado, AI-grade sem flash.
Quatro famílias. Surfaces em camadas, borders quase invisíveis, texto hierarquizado em branco, e um único acento champagne — usado como sinal jurídico, nunca como enfeite.
Apenas Inter. Display com letter-spacing -0.035em (gp-display) para sensação enterprise. Mono tabular para CNJ, OAB, prazos. Hierarquia por tamanho e peso — nunca por cor.
Cada componente carrega o efeito metallic dos cards e a precisão tipográfica do despacho. Se parece bonito mas viola uma regra, sai.
Não usamos "active", "pending", "success". Usamos as palavras que o advogado escreve no despacho. O design fala português jurídico.
Radius modesto, transições rápidas, ease engineered. Enterprise não bounça.
Cinco cenas que cobrem o ciclo completo: captura, leitura, classificação, ação e arquivo. Tudo com o vocabulário Harvey-grade aplicado em densidade enterprise.